quinta-feira, 14 de julho de 2011

O XADREZ
O xadrez é um manancial de cultura e impulsionador de criatividade como poucas ciências o são. Sobre esta disciplina, há séculos que se escrevem livros sobre o jogo. Há décadas que vão saindo teses académicas sobre os benefícios no desenvolvimento intelectual nos domínios da lógica, da estratégia, da intuição e da matemática, que o xadrez opera sobre o praticante do escaquismo. Também sobre xadrez surgem, a cada passo, obras de poesia (64 Poemas de Ajedrez, de Pedro Pérez Vecina) e prosa (romances, contos e biografias) que fornceran matéria para cinema. É, como todos nós bem sabemos, muito fácil encontrar fotografias, peças de cerâmica (1), esculturas e pinturas (quadro ao lado esquerdo: Partida de Xadrez - 1943 - Mª H. Vieira da Silva), de autores de nomeada, cuja tema é o xadrez. A filatelia também tem escorado, esta notável actividade lúdica, com os correios a emitir selos nos países onde se realizam eventos importantes desta modalidade. No domínio da informática o xadrez tem sido matéria específica, quer na programação, quer em obras de estudo (Xadrez e computadores, de Levgueni Guik). E para não especular mais, até porque vemos objectos de uso diverso e capa de livros, que abordam assuntos díspares, com imagens de xadrez. Mas a razão principal deste texto é destacar a obra de Juan Antonio Monteiro Aleu, que acaba de aparecer nos escaparates, com 144 páginas de expressões sobre este desporto, intitulada El libro de las frases de ajedrez.


1) Vaso de cerâmica grego com Aquiles e Ajax jogando xadrez, durante o cerco de Tróia.

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