O XADREZ 
O xadrez é um manancial de cultura e impulsionador de criatividade como
poucas ciências o são. Sobre esta disciplina, há séculos que se escrevem livros sobre o jogo. Há décadas que vão saindo teses académicas sobre os benefícios no desenvolvimento intelectual nos domínios da lógica, da estratégia, da intuição e da matemática, que o xadrez opera sobre o praticante do escaquismo. Também sobre xadrez surgem, a cada passo, obras de poesia (64 Poemas de Ajedrez, de Pedro Pérez Vecina) e prosa (roman
ces, contos e biografias) que fornceran matéria para
cinema. É, como todos nós bem sabemos, muito fácil encontrar fotografias, peças de cerâmica (1), esculturas e pinturas (quadro ao lado esquerdo: Partida de Xadrez - 1943 - Mª H. Vieira da Silva), de autores de nomeada, cuja tema é o xadrez. A filatelia também tem escorado, esta notável actividade lúdica, com os correios a emitir selos nos países onde se realizam eventos importantes
desta modalidade. No domínio da informática o xadrez tem sido matéria específica, quer na programação, quer em obras de estudo (Xadrez e
computadores, de Levgueni Guik). E para não especular mais, até porque vemos objectos de uso diverso e capa de livros, que abordam assuntos díspares, com imagens de xadrez. Mas a razão principal deste texto é destacar a obra de Juan Antonio Monteiro Aleu, que acaba de aparecer nos escaparates, com 144 páginas de expressões sobre este desporto, intitulada El libro de las frases de ajedrez.

O xadrez é um manancial de cultura e impulsionador de criatividade como





1) Vaso de cerâmica grego com Aquiles e Ajax jogando xadrez, durante o cerco de Tróia.
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